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domingo, 20 de setembro de 2015

Espírito de Deus Pairando sobre as Águas


Espírito de Deus, pairando sobre as águas,
Acalma dentro em nós as ondas do tumulto.
E amanheça na paz do mais fundo silêncio
A palavra fiel que nos cria de novo.

Espírito da chama, oculto e rigoroso,
Venha o fogo do céu, consuma o que é inútil.
E a graça do Senhor que vence e santifica
Fique cravada em nós no mais profundo centro.

Espírito de Deus, descido sobre mim,
Unge-me o coração, consagra a minha vida,
Manda-me às nações, como teu mensageiro,
Proclamar a verdade, a paz e a justiça.

Espírito que reúne e convoca os homens,
Para que em Cristo sejam todos um só Corpo,
Inflamando os Apóstolos, enchendo a terra,
Estende ao mundo inteiro a luz do Evangelho.

Espírito que vens murmurar ao ouvido
Como terno segredo este nome de Pai,
Confirma a frágil luz do nosso coração
No glorioso esplendor do dia sem ocaso.

E aqui está a segunda proposta repescada de anos anteriores do Ad Antiphonarii Aniversarium. 

Desta vez é um Hino da Liturgia das Horas para o Ofício de Leitura do Tempo Comum que José Pedro de Magalhães Novais, da paróquia de Carvalhosa, diocese do Porto, propôs no III Ad Antiphonarii Aniversarium (2013-2014). 

Nas celebrações da Eucaristia, este hino encontra o seu lugar em momentos onde a assembleia é convida sobretudo à introspecção, como a Apresentação dos Dons ou o momento de sossego após a Comunhão. Apoiado numa sonoridade modal, procurei criar um ambiente sonoro algo misterioso e intimista, que convidasse à meditação. Este hino também pode ter o seu lugar em Vigílias, sobretudo as associadas à Festa do Pentecostes. 

A próxima proposta musicada é baseada num texto do Novo Testamento. Em breve será publicada. 

Espero que gostem!






quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Cânon


Sombrios profetas do exílio abandonai vosso vestido cinza
Pois o Filho do Homem na véspera da sua morte
Se sentou à mesa entre homens
E abençoou o pão e o vinho e os repartiu
E aquele que pôs com ele a mão no prato o traiu
E uma noite inteira no horto agonizou sozinho
Pois os seus amigos tinham adormecido
E no tribunal esteve só como todos os acusados da terra
E muitos o renegaram
E à hora do suplício ouviu o silêncio do Pai
Porém ao terceiro dia ergue-se do túmulo
E partilhou a sua ressurreição com todos os homens.

Eis a proposta vencedora do quarto Concurso Ad Antiphonarii Aniversarium.

O texto é da autoria da poetisa Sophia de Mello Breyner Andresen, um belo poema que recorda os últimos momentos da vida de Jesus e a sua Ressurreição. Na Liturgia, adequa-se melhor à celebração da Missa Vespertina da Ceia do Senhor, em Quinta-feira Santa, mas nada o impede de ser utilizado noutros momentos. 

A obra está pensada para Coro misto a quatro vozes, Órgão e Trompa. Embora não esteja indicado, é possível (e às vezes recomendável) executar as secções da obra a duas vozes iguais (compassos 37 a 61 e 68 a 92) por um pequeno Coro ou solistas. Também é possível transpor a melodia ou partes da melodia da Trompa de modo a ser executada por outro instrumento. Deixo-o ao critério dos maestros, apenas peço que respeitem a coerência das frases melódicas. 

Será publicada oportunamente uma versão somente para Coro e Órgão.

Espero que gostem!




PARTITURA COMPLETA


TROMPA


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Adeste Fideles - Stella Duce Magi


Adeste fideles, laeti triumphantes.
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte, regem angelorum.

Stella duce Magi, Christum adorantes.
Aurum, thus et myrrham dant munera.
Iesu infanti corda praebeamus.

Venite adoremus Dominum. 

Aqui está a última variação do hino Adeste Fideles. Peço desculpa pelo atraso, mas não me foi possível fazer esta publicação ontem. Agora é um coro feminino a 3 vozes quem dialoga com um solista masculino (Tenor ou Baixo). À semelhança da publicação anterior, é minha intenção que cada naipe do coro a vozes iguais tenha 3 a 5 cantores no máximo. Por favor, evitem a prática de alguns coros de distribuir as três vozes entre os Sopranos (I), os Altos (II) e as vozes masculinas (III), cantando estas sempre a mais de uma oitava de distância das outras vozes. 
Na impossibilidade da parte coral ser apenas cantada por vozes femininas é possível que a voz mais grave (III) seja cantada por Tenores, cantando a melodia no seu registo agudo. Nesta situação, pode ser necessário transpor todo o cântico para manter a afinação. 
Espero que gostem!





OUTRAS VERSÕES:
Cantus Firmus no Alto disponível AQUI
Cantus Firmus no Baixo disponível AQUI
Coro Masculino a 3 vozes com solista disponível AQUI
Harmonização a 4 vozes mistas disponível AQUI

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Adeste Fideles - Ergo Qui Natus


Adeste fideles, laeti triumphantes.
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte, regem angelorum.

Ergo qui natus die hodierna,
Iesu, Iesu tibi sit gloria. 
Patris aeterni Verbum caro factum.

Venite adoremus Dominum. 

Esta proposta está pensada para coro masculino a 3 vozes em diálogo com uma solista feminina (Alto ou Soprano). A minha intenção é mesmo que esteja um grupo pequeno em cada uma das vozes (3 a 5 cantores) de modo a contrastar com o "refrão" executado por todo o coro. Na impossibilidade da parte coral ser apenas cantada por vozes masculinas, é possível que a voz mais aguda (I) seja executada por Altos, cantado a melodia no seu registo grave. Por favor, evitem a prática de alguns coros de distribuir as três vozes entre os Sopranos (I), os Altos (II) e as vozes masculinas (III). 

Espero que gostem!

FELIZ ANO NOVO!





OUTRAS VERSÕES:
Cantus Firmus no Alto disponível AQUI
Cantus Firmus no Baixo disponível AQUI
Coro Feminino a 3 vozes com solista disponível AQUI
Harmonização a 4 vozes mistas disponível AQUI


domingo, 29 de dezembro de 2013

Adeste Fideles - Cantet Nunc Hymnus


Adeste fideles, laeti triumphantes.
Venite, venite in Bethlehem.
Natum vidente, regem angelorum. 

Cantet nunc hymnus chorus angelorum,
Cantet nunc aula caesletium:
Gloria in excelsis Deo!

Venite adoremus Dominum. 

Como prometido aqui está um novo versículo a 3 vozes mistas do hino Adeste Fideles, desta vez com o cantus firmus no Alto. Por uma questão de homogeneidade apresenta-se a partitura na mesma tonalidade que as anteriores, mas caso se mostre difícil manter a afinação nesta tonalidade, transponha-se todo o cântico.  

Espero que gostem!




OUTRAS VERSÕES:
Cantus Firmus no Baixo disponível AQUI
Harmonização a 4 vozes mistas disponível AQUI
Coro Masculino a 3 vozes com solista disponível AQUI
Coro Feminino a 3 vozes com solista disponível AQUI

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Adeste Fideles - Deum de Deo


Adeste fideles, laeti triumphantes.
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte regem angelorum.

En grege relicto, humiles ad cunas
Vocati pastores approperant.
Et nos ovanti gradu festinemus.

Aeterni Parentis splendorem aeternum
Velatum sub carne videbimus
Deum infantem, pannis involutum.

Pro nobis egenum et foeno cubantem
Piis foveamus amplexibus
Sic nos amantem quis non redamaret?

Deum de Deo, lumen de lumine
Gestant puellae viscera.
Deum verum, genitum non factum.

Venite adoremus Dominum. 


Esta é uma melodia, tradicionalmente atribuída a D. João IV, já muitas vezes harmonizada. Aqui está a minha versão. Além de uma harmonização para 4 vozes mistas e órgão, deixo também, para coros mais habituados a cantar a vozes, um versículo para 3 vozes mistas com o cantus firmus no Baixo. Durante as próximas festas do Tempo do Natal serão publicadas mais variações corais. 

Espero que gostem!

E FELIZ NATAL!








OUTRAS VERSÕES:
Cantus Firmus no Alto disponível AQUI
Coro Masculino a 3 vozes com solista disponível AQUI
Coro Feminino a 3 vozes com solista disponível AQUI

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Jesus, Nossa Redenção


Jesus, nossa redenção,
nosso amor, nossa esperança,
Deus criador do Universos,
feito homem verdadeiro.

Por tua grande bondade,
lavaste nossos pecados,
sofreste morte cruel
para nos livrar da morte.

Desceste ao reino das trevas
a libertar os cativos,
e hoje sobes glorioso
à direita de Deus Pai.

E mandaste aos que ficavam
de olhos cravados no Céu,
que, vivendo santamente,
fossem tuas testemunhas.

Tua clemência nos leve
a superar nossos males,
a abraçar a cruz da Vida
à luz pura do teu rosto.

Tu és a nossa alegria,
serás o prémio no Céu,
na glória da tua Glória,
pelos séculos sem fim.


Uma proposta pouco conhecida de F. Santos para um hino de Vésperas da Solenidade da Ascensão do Senhor. Pode facilmente acompanhar a procissão dos Dons ou ser cantado depois da Comunhão na celebração da Eucaristia.

Espero que gostem!






sábado, 9 de fevereiro de 2013

Vem Salvador do Mundo


Vem Salvador do mundo
Jesus fonte de vida,
Trazer o homem velho
Às fontes de água viva.

No seio de águas puras
Pela força do Altíssimo
A Igreja mãe fecunda, 
Gerou-nos para a Vida.

Jesus, Luz verdadeira,
Que brilha neste mundo,
Aos cegos de nascença
Vem dar a luz da Glória.

As trevas do pecado
Na água se dissipam.
Jesus nos ilumina
Na fonte do batismo.

Jesus, Filho de Deus,
Ressurreição e Vida,
Aos mortos pelo pecado
Conduz à Vida eterna.

O homem sepultado
Nas águas do batismo
Pelo Espírito da Vida
Em Cristo ressuscita.


Aqui está a minha harmonização de um hino para o Tempo da Quaresma de F. Santos já muito conhecido e utilizado. Adequa-se a vários momentos da celebração da Eucaristia, sobretudo acompanhando o Ofertório ou depois da Comunhão. Também pode acompanhar a Imposição das Cinzas na Quarta-feira de Cinzas, ou celebrações penitenciais. 

Deixo também uma partitura com a mesma harmonia, mas com o acompanhamento de órgão.

Espero que gostem!



Coro

Órgão


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Quando virá, Senhor, o dia


Quando virá, Senhor, o dia
Em que apareça o Salvador;
E soe o brado de alegria:
Nasceu no mundo o Redentor.

Filha dos Reis, ó Virgem Pura,
Mostra-te sai da escuridão;
Deus, para salvar a criatura
Quer ter em ti sua mansão.

Tristes mortais, de Adão nascidos,
Da árvore má, ramo infeliz;
Eis quantos bens são prometidos
Por Deus que nunca Se desdiz.

A lei da graça trá-la em breve
O nosso Deus Libertador;
Obedecei que é jugo leve,
Jugo de Pai, de Bom Pastor.

Derramai ó Céus, lá de cima o vosso orvalho.
Mandem-nos as nuvens o Justo.

Aproxima-se o tempo do Advento. Apresento um hino onde tentei combinar um pouco da tradição popular portuguesa, presente na melodia e na escolha do texto para as estrofes, com a tradição do canto gregoriano. Os mais atentos terão reconhecido a melodia gregoriana do início da antífona Rorate Coeli. 

Adequa-se a vários momentos da celebração: cântico de entrada, sobretudo no IV Domingo devido ao refrão, mas também pode acompanhar a procissão das ofertas ou o acender das quatro velas da coroa de Advento. 

O ponto alto das estrofes é o final do terceiro verso. Segue-se um uníssono, no início do quarto verso que deve ser piano. Esta dinâmica deve estender-se até ao final das estrofes. 

Espero que gostem!






quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Presépio de Alma


Ao longe, o cais de desembarque,
Barco ligeiro, voando ao sabor do vento norte
Casa distante acenando triste
Durante a neblina que persiste
Exilada no acaso à sorte.

Faço o deslumbramento onírico de imagens ténues
Guardar o Presépio em minha Alma
Hei-de alcançar a neblina... Doce e transparente calma!
Inventarei um menino só meu,
Juntarei José, Maria e raios vindos do Céu!

Lá não faltará ninguém
Montes e vales, colinas se atravessam
Nada entristece esta noite
Onde em Belém distante
Pisca ainda cintilante
Qual pirilampo itinerante
Rente aos que em Cristo esperam...

Suave, a Estrela da Manhã.
Tenha eu voz para cantar
Um mundo novo iluminado
Vida em Cristo, Céu amado
Xaile de cristal para amainar
Ziguezagues indefinidos da ondulante luz vã.

Escrita na forma de hino, tentando criar o ambiente onírico que o texto sugere, aqui está a proposta vencedora do Concurso Ad Antiphonarii Aniversarium 2012 com texto de Nuno Cerdeira. 

Esta obra foi pensada sobretudo em torno de ambientes harmónicos e muitas vezes as melodias isoladas podem parecer desinteressantes. Por isso, não deve ser interpretada somente a uma voz. Fica uma proposta para acompanhar as procissões de ofertório do Tempo do Natal. 

Espero que gostem!






quinta-feira, 21 de junho de 2012

Ó Noite, Trevas e Nuvens


Ó noite, trevas e nuvens
Sombras do mundo, deixai-nos;
Eis que vem a Luz do Céu;
Eis que vem Cristo Jesus.

A terra toda se aclara
E as coisas retomam cor
Apenas com a presença
Do astro resplandecente.

Cristo, alegria das almas,
Sede a luz do nosso olhar.
Ouvi a nossa oração,
Guiai os nossos sentidos.

Dissipai a escuridão
Do nosso caminho incerto;
Divino Sol das alturas,
Voltai-nos o Vosso rosto.

Nós vos louvamos, Senhor
Jesus, Filho Unigénito
E ao Pai e ao Espírito Santo,
Agora e por todo o sempre.

Deixo-vos mais uma harmonização de hino para a Liturgia das Horas, desta vez da autoria de Manuel Simões. Embora seja originalmente proposto para a oração de Laudes do Tempo Comum, este hino adequa-se facilmente a outros Tempos Litúrgicos, sobretudo o Advento, e a vários momentos da celebração eucarística. A pequena introdução para órgão permite criar algum diálogo entre este instrumento e o coro.

Desconheço se o autor tem uma proposta de acompanhamento para órgão ou de harmonização coral.

Espero que gostem!




quinta-feira, 24 de maio de 2012

Celebremos o Mistério


Celebremos o Mistério 
da Divina Eucaristia, 
Corpo e Sangue de Jesus:
o Mistério de Deus vivo,
tão real no seu altar
como outrora sobre a cruz.

(...)

Veneremos, adoremos 
a presença do Senhor,
nossa Luz e Pão da Vida.
Cante a alma o Seu louvor,
adoremos no sacrário
Deus oculto por amor.

(...)

Adoremos a Santíssima Trindade!
Adoremos a Divina Majestade!
Adorai o Senhor! Louvai o Senhor!
Glória ao Mistério de Vida e de Verdade!

A pensar na próxima solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, deixo-vos o hino utilizado na celebração de Quinta-feira Santa da Ceia do Senhor para a transladação do Santíssimo, que se enquadra perfeitamente nesta festa, mais conhecida como Corpo de Deus. 

Os versículos, a duas vozes iguais, estão escritos em tonalidade menor para realçar o mistério da presença real de Cristo no Pão e no Vinho. Contudo, esta escolha de tonalidade não deve interpretada de modo a conferir aos versículos um carácter soturno ou melancólico. O ritmo deve ser vivo e festivo e manter-se durante o refrão. Este foi harmonizado para quatro vozes. É sempre possível que o refrão seja cantado a uma voz e o órgão toque esta harmonia. Os versículos podem ser cantados todos seguidos cantando somente o refrão no fim, ou até mesmo sem nunca o cantar.

Esta foi uma das propostas apresentadas no concurso Ad Antiphonarii Aniversarium. O texto do refrão é de José Manuel Leite.

Espero que gostem!



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Insígnia Triunfal


Insígnia triunfal, honrosa e santa,
Chave do Céu, penhor de eterna glória, 
Que com Jesus da terra nos levanta. 

Sacrário em que ficou viva a memória 
Do imenso amor divino onde se alcança 
De inimigos domésticos memória. 

Sinal que após dilúvio traz bonança, 
Por quem o mundo novo é reformado 
E se converte o espanto em esperança. 

Ó Cruz, minha saudade e meu cuidado, 
Que sustentar pudeste o doce peso 
Da nossa redenção tão desejado!


Uma das propostas apresentadas no concurso Ad Antiphonarii Aniversarium para celebrar o primeiro aniversário deste blog foi este hino da Liturgia das Horas para as Laudes de Sábado Santo. Está escrito a três vozes mistas com acompanhamento para órgão. Os coros que não sejam capazes de cantar os finais de frases a quatro vozes mistas, ignorem a melodia do tenor. A pequena introdução de órgão foi pensada para ser repetida antes de cada estrofe, mas o hino também podem ser cantado sem ela.

Espero que gostem!




terça-feira, 25 de outubro de 2011

Senhor do Mundo e Rei dos Corações


Cristo Filho Unigénito do Pai, 
seu esplendor, sua perfeita imagem, 
por Vós e para Vós tudo foi feito 
sois o centro da história e do Universo. 

Deus de Deus, Luz da Luz, Verbo divino, 
triunfador da morte e do pecado 
ao vosso nome todos se ajoelham 
nas alturas, na terra e nos abismos. 

A Cruz é vosso trono verdadeiro, 
morrendo conquistastes nossas almas, 
reinais na santidade e na justiça, 
reinais no amor, na paz e na verdade. 

Rei dos séculos, Príncipe da paz, 
é vosso reino para toda a Igreja, 
alimentais-nos com o vosso Corpo, 
e levais-nos ao Reino prometido. 

Senhor do mundo e Rei dos corações, 
a Vós louvor e glória eternamente.

Hino da Liturgia das Horas para as Vésperas I da solenidade de Cristo Rei. É composto por quatro estrofes em estilo coral, a três vozes mistas, e um refrão, a quatro vozes mistas, que permite a utilização deste hino com facilidade em vários momentos da celebração da Eucaristia. 

Espero que gostem!




quinta-feira, 30 de junho de 2011

Lentamente, o Sol se Apaga


Lentamente o sol se apaga 
Nos campos montes e mares, 
Mas deixa-nos a promessa 
De renascer cada dia.

Em Vós, Senhor, admiramos 
A divina providência 
Que tanto regula as sombras  
Como a luz dos tempos vários. 

Cheios de fé e de esperança  
Caminhamos no esplendor  
Da luz que o Verbo nos trouxe 
Da glória do eterno Pai. 

Ele é o sol infinito 
Que ilumina a terra inteira  
E prepara para  as almas 
 As alegrias eternas.

À Santíssima Trindade 
 Novo cântico se eleve, 
Cada vez mais alto e puro 
Pelos séculos dos séculos.

Já há bastante tempo que não publico uma harmonização minha. Pois bem, deixo aqui hino de Vésperas "Lentamente o Sol se Apaga" com a melodia de António Cartageno, harmonizado para Coro Misto. 

A parte final, harmonizada a quatro vozes, pode ser interpretada por três vozes femininas e uma masculina em vez de duas femininas e duas masculinas. Faz parte da realidade dos coros litúrgicos a escassez de cantores masculinos...

Um hino pode ser perfeitamente incluído em momentos da celebração eucarística em que o canto da Assembleia não tenha um papel tão preponderante, como na Apresentação dos Dons. Contudo, penso que este se adequa melhor a acompanhar a procissão de saída (Cântico Final), sobretudo quando é cantado o primeiro versículo numa celebração ao final do dia.

Espero que gostem!




sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nós Te Louvamos, Senhor


Nós te louvamos, Senhor, 
ao terminar este dia. 
Desce a noite sobre nós, 
mas a fé nos alumia. 

Obrigado pela vida, 
tua dádiva paterna 
que apresentemos sem mancha 
no esplendor da Luz eterna. 

Obrigado pelo muito 
que neste dia nos deste, 
e perdoa-nos o pouco 
que de nós tu recebeste. 

Porque és Pai e és amigo, 
sentindo-te a nosso lado, 
damos ao sono da noite 
o coração sossegado. 

A Ti, Deus Pai de bondade, 
e a Jesus, Nosso Senhor, 
e ao Espírito Paráclito: 
Honra, Glória e Louvor. 

Este hino está proposto na Liturgia das Horas para a oração de Completas de Terça-feira. No entanto, pode ser utilizado em vigílias nocturnas. Embora o texto seja de louvor, preferi escrever uma melodia modal pelo ambiente nocturno a que está associado. 

Espero que gostem!